Este módulo a professora Isabel Sofia propôs que fizéssemos a paginação do nosso relatório de PAP, para posterior impressão.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Mil e uma ideias
A produção gráfica organiza e supervisiona a realização de peças gráficas. O setor de produção gráfica numa agência ou empresa editorial ocupa-se na contratação de serviços e materiais, e pelo contato com os fornecedores gráficos, acompanha as etapas de produção gráficas.
Neste módulo tínhamos de idealizar e conceber um cartaz que tinha como objectivo divulgar o evento da Semana da Leitura na Escola Secundária de Rocha Peixoto.
Como este ano um dos temas da semana da leitura eram as energias renováveis. Optei por apostar em algo que nos ligasse à natureza e que identificasse as energias renováveis.
A metade do coração surge pelo slogan "Ler + é + Vida" .
"Todos a lerem com toda a gente em todo o lado" leva a que tenha colocado uma criança a ler, visto que todas as pessoas devem ler, quer sejam elas adultas ou crianças.
Optei por fazer um diploma bastante simplificado. Utilizei o verde porque é a cor que identifica a escola.
Este modulo auto avalio-me com 18 valores.
segunda-feira, 12 de março de 2012
DEIXA ROLAR
Impressão é a tarefa ou atividade de transferir para um suporte material qualquer (papel, tecido, plástico, acetato, madeira etc.) um determinado conteúdo ou conjunto de signos (letras, palavras, textos, figuras) armazenados em um formato digital para fins de comunicação.
A partir da impressão podem vir a publico fotografias, jornais, revistas, livros, cartas, documentos, folders, entre outros. Para executar uma impressão é necessário o uso de uma impressora, aparelho eletrónico que transfere o aspecto visual a uma superfície física através de variados recursos como laser e tinta.
O que é uma impressão offset?
A expressão “offset” vêm de “offset litography” (literalmente, litografia fora-do-lugar), fazendo menção à impressão indireta (na litografia, a impressão era direta, com o papel tendo contato direto com a matriz).
O offset é um dos processos de impressão mais utilizadosA offset é ideal para grandes quantidades de impressos pois o papel corre pela máquina, e precisa de nenhuma intervenção humana enquanto o processo é feito. Mas não pense que o humano não têm utilidade nessa hora. Pelo contrário, a máquina precisa de vários ajustes durante a impressão, seja na quantidade de tinta e água ou seja na hora em que um impresso for ter mais de uma cor.
Como o offset funciona?
O offset faz uma impressão indireta: ou seja, a imagem não é impressa direta no material (neste artigo, vou usar o papel como exemplo). Isto acontece pois a superfície da chapa onde está a imagem é lisa e teria pouca fricção com o material – o que iria deixar tudo borrado.
Primeiro: pega-se uma chapa metálica que é preparada para se tornar foto-sensível. A área que é protegida da luz acaba atraindo gordura – neste caso, a tinta – enquanto o restante atrai apenas água – que não chega no papel.
Segundo: a chapa é presa em um cilindro. Esse cilindro vai rolar por um outro menor que contem a tinta – que pode ser da cor ciana, magenta, amarela ou preta. A tinta vai “colar” na imagem, enquanto o restante fica em “branco”.
Terceiro: um cilindro com uma blanqueta de borracha rola em cima do primeiro cilindro (com a chapa já pintada). A blanqueta vai absorver melhor a tinta além de proporcionar uma melhor fricção ao papel. Agora, a imagem está impressa na blanqueta.
Quarto: o papel passa entre o cilindro com a blanqueta e um outro cilindro que vai fazer pressão. Assim a imagem é transferida da blanqueta para o papel.
Como a chapa é produzida?
As chapas podem ser produzidas por fotogravura com a utilização de fotolitos ou por gravação digital. Na produção por fotogravura, a chapa de alumínio virgem é colocado na gravadora, ou prensa de contato sob o fotolito. O fotolito é como se fosse uma transparência positiva de uma das quatro cores (CMYK).
O fotolito, aderido a chapa por vácuo, é exposto a luz por algum tempo. A luz possibilita que as imagens do fotolito sejam impressas na chapa – essa etapa chama-se gravação ou sensibilização. Nesta etapa, a luz “amolece” a emulsão na chapa. Tudo que foi exposto a luz, irá passar a atrair a umidade, enquanto a área que não foi exposta “endurece” e passa a atrair gordura (neste caso, a tinta). Em seguida, a chapa é lavada com químicos específicos que irão reagir com as áreas expostas à luz tanto quanto com as áreas não expostas, etapa que leva o nome de revelação.
Quais são os tipos de impressoras?
Na impressão offset, as impressoras podem ser planas ou rotativas. Isso quer dizer que pode utilizar folhas soltas (planas) ou bobinas de papel (rotativas). O sistema de bobinas, por exemplo, é utilizado na indústria da produção de jornais por ser muito mais rápido – em média 30.000 cópias por hora – porém a qualidade é menor que nas impressoras offset planas, que por sua vez são mais usados para imprimir cartazes, livros, folhetos, folders, etc. Existem também impressoras rotativas de alta qualidade, disponíveis apenas em gráficas muito grandes e usada principalmente para impressão de revistas de alta tiragem.
Impressão tipográfica
Um dos primeiros métodos de impressão, a tipográfica que foi criada por Gutenberg, utiliza o conceito de impressão em relevo, onde a imagem a ser impressa é gerada em uma superfície e depois transferida para o papel. Aos poucos esse método está se tornando obsoleto, ficando ultrapassado pelos métodos atuais que dão mais agilidade e recursos na produção gráfica.
Impressão eletrostática
È muito semelhante a fotocópia, pois a imagem é transferida para o papel através do calor, e assim como a impressão digital é indicada para produção de pequenas tiragens.
Serigrafia
A serigrafia é um dos métodos de impressão mais antigos desta lista, também com a evolução da tecnologia tem perdido bastante do seu destaque, mas ainda é mito utilizado na produção de brindes e estamparia. Na serigrafia a imagem é gravada em uma tela de tecido, por meio de emulsões e posteriormente transferida para o papel ou a peça a ser personalizada.
PAPEL CARTÃO
São papéis revestidos que tem como características a resistência. Possuem semibrilho e são muito utilizados para embalagens, postais, displays, capas de livros, etc. Geralmente os impressos nestes papéis são feitos com acabamento especial (plastificação ou verniz U.V.) para dar maior brilho e aumentar a sua durabilidade.
Tipos mais utilizados na Margraf:
Duplex 250 g
Supremo 250 g
Triplex 300 g
PAPEL COUCHÊ
Suas características básicas são o brilho e a lisura de suas folhas. Outra característica marcante é a sua microporosidade, ou seja, quando a tinta é depositada permanece na superfície do papel, garantindo assim cores mais vivas no impresso. Esse papel é muito utilizado pelo mercado para fazer folhetos, volantes, malas-diretas, cartazes, revistas, enfim, uma variedade de materiais promocionais, de publicidade e técnicos que exigem qualidade e brilho.
Gramaturas mais utilizadas na Margraf:
Couchê Brilhante: Couchê Fosco:
90/100 g 90/100 g
120 g 120 g
150 g 150 g
180 g 180 g
250 g 250 g
Fique de olho: quanto maior a gramatura do papel, mais encorpado ele é.
PAPEL OFF-SET
Assemelha-se ao papel sulfite, porém suas características técnicas são diferentes. Por ser macroporoso, esse papel absorve muito mais tintas, dando ao impresso um aspecto “lavado”, sem vida. Sua vantagem é que podemos escrever e fazer anotações nesse papel. Seu preço é também uma vantagem, já que custa menos que os couchês. É um papel bastante versátil, utilizado em folhetos, volantes, pastas, cartazes e principalmente em papelaria interna (envelopes, papel carta, bloco, etc.).
Gramaturas mais utilizadas na Margraf:
90 g
120 g
150 g
180 g
240 g
PAPEL PARA IMPRESSÃO ROTATIVA
Na impressão rotativa são utilizados papéis de baixas gramaturas para se obter um preço melhor, já que o sistema de rotativa atende o mercado de grande tiragens. São utilizados para fazer tablóides, revistas e fol
Couchê 95/100ghetos.
Tipos mais utilizados na Margraf:
LWC 60 g
Couchê 65 g
Off-set 75/90 g
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Aluno: Rute Costa
Escola: ESRP
Data: 09/12/2011
Let's change what we see!
Fiquei bastante satisfeita ao saber que era este o tema do módulo 10 porque já à bastante tempo que faço trabalhos que envolvam arte digital, é algo em que me sinto muito à vontade.
Trabalhos experimentais
1º Trabalho
| Para a primeira manipulação utilizei esta imagem |
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| Dei-lhe efeitos |
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| Coloquei-a na cidade dando a entender que a pessoa em causa era um heroi. |
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| Por fim decidi alterar o efeito utilizado |
2º Trabalho
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| No meu segundo trabalho criei um coração utilizando filtros e a opção Blending no photoshop |
3º Trabalho
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Nestes 4 trabalhos trabalhei apenas com Brushes. A imagem de fundo foi retirada da internet, assim como as imagens utilizadas no exemplo 1,2 e 3.
4º Trabalho
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| Imagem original |
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| Imagem editada |
5º Trabalho
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| Imagem Final |
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| Imagem Utilizada |
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| Imagem Final |
Auto - Avaliação
Este módulo foi o módulo em que mais me empenhei, talvez porque arte digital seja algo que eu adore fazer. Considero que fiz trabalhos muito bons; que demoraram bastante tempo a concretizar. Isto leva a que me auto avalie com 20 valores.
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_digital
http://olhares.aeiou.pt/arte-digital/
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
UMA NOVA VISÃO
- Quando surgiu a fotografia?
Joseph Nicéphore Niepce foi o primeiro a ser chamado de “o criador da câmara” e a tirar a primeira fotografia, em 1926. Niépce começou a realizar os seus primeiros desenvolvimentos fotográficos em 1793, mas nunca alcançara sucesso porque as imagens desapareciam rapidamente. Porem em 1826 conseguiu finalmente alcançar o seu objectivo.
O primeiro exemplo de uma imagem permanente ainda existente, foi a imagem abaixo tirada do quintal de sua casa
- Inventores
Joseph Nicéphore Niepce
Louis Jacques Mandé Dagguerre
William Henry Fox Talbot
- Primeiros processos fotográficos
Inicialmente surgiu a fotografia a preto e branco e a de meio tom. Mais tarde surgiu a fotografia colorida e actualmente encontramo-nos na fotografia digital.
Fotografia a Preto e Branco
Fotografia a Meio Tom
Fotografia Colorida
1ª fotografia colorida
Formação da Imagem
- Qualidade da imagem
Pequenos – densidade maior – imagem mais detalhada
Diz-se que a imagem tem mais ou menos grão
- Qualidade da imagem
Pequenos - absorvem menos luz – filme menos sensível
- Qualidade da imagem
Um filme mais sensível é mais rápido porque precisa de menos tempo para capturar a imagem
- Cores
Só precisa de captar tons de cinzento
Para captar cores são precisas 3 camadas sensíveis à luz
Uma para cada cor primária – vermelho, verde e azul.
- A fotografia analógica também tem ao seu dispor vários tamanhos de filme
O mais comum é o de 35mm – vem dentro dos rolos que todos conhecemos
APS
Formato médio, entre outros
- Tamanho do filme
O tamanho da película vai influenciar a qualidade da imagem
Quanto maior for mais cristais de prata contém
Melhor a sua resolução
Isto significa que temos mais detalhe
- Tamanho do filme
Outra vantagem reside na possibilidade de fazer ampliações com maior qualidade
Podemos “esticar” mais a imagem sem perder muita qualidade.
Fotografia Lomos
O termo lomografia é derivado da marca russa lomo, que fabricava câmeras analógicas simples e com lentes de plástico que traziam efeitos com cores vivas e de qualidade devido à seu mecanismo caracterizado por trabalhar com muita exposição de luz. Assim como a fotografia analógica em geral, a lomografia passou a ser uma espécie de relíquia entre os fotógrafos que gostam de se aventurar na expectativa de revelar um filme.
Câmaras lomo ainda existem e como são bem leves e pequenas, quem tem uma pode levá-la pra todos os cantos e fotografar na mais inesperada hora.
Exemplos de fotografias tiradas com câmaras analógicas
A Luminosidade na Fotografia
Actualmente através de programas de edição de imagem, como por exemplo o photoshop ou o Gimp (Freeware) podemos adicionar ou remover brilho das imagens através das curves; Brightness/contrast; levels; entre outros.
A Cor
Só é possível ter uma boa fotografia e fazer a sua edição, se esta tiver boa luminosidade/contraste, assim como boa resolução, mas sobretudo devem conter cor.
A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fotons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.
Matiz Cor refletida de ou transmitida por meio de um objeto. É medida como um local no disco de cores padrão, expresso como um grau entre 0° e 360°. No uso comum, a matiz é identificada pelo nome da cor, como vermelho, laranja ou verde.
Saturação Intensidade ou pureza da cor (às vezes, denominada croma). A saturação representa a intensidade de cinza na proporção da matiz, medida como uma porcentagem de 0% (cinza) a 100% (totalmente saturado). No disco de cores padrão, a saturação aumenta do centro para a aresta.
Brilho A luminosidade ou escurecimento relativo da cor, geralmente medido como a porcentagem de 0% (preto) a 100% (branco).
Características das cores | Aspectos Psicológico
Existem cores frias e cores quentes.
São aquelas que nos transmitem a sensação de frio.
As cores quentes, são associadas ao sol e ao fogo: amarelo, laranja e vermelho.
São aquelas que nos transmitem a sensação de calor.
RGB
O espaço de cor utilizado em todas as telas LCD (Liquid Crystal Display – mostrador de cristal líquido) ou de CRT (Catodic Ray Tube – tudo de raios catódicos) usados em monitores dos mais diversos tipos. Forma as suas cores a partir da adição de matizes em escalas de 0-255. Por exemplo, para que seu monitor crie uma cor vermelha, a placa de vídeo transfere a informação 255,0,0 para os pixels que devem ser vermelhos. Para o branco, a placa manda um sinal 255,255,255. Ao somar todas as cores primárias em seu valor máximo, o monitor atinge o branco. No outro extremo, para sintetizar o preto, o sinal recebido pelos pixels é 0,0,0.
CMYK
Principal espaço de cor para impressão. Dele derivaram-se outros modos, usando mais do que quatro pigmentos, porém por questões de custo estes ainda não são tão difundidos, mesmo tendo melhor qualidade de cor. A impressora jato de tinta mais simples e as grandes impressoras gráficas, todas criam suas cores a partir da subtração de matizes por cobertura.
Para se obter um vermelho vivo, por exemplo, é necessário cobrir o papel a ser impresso com 100% de densidade de magenta, e 100% de densidade de amarelo. Essas duas primárias-pigmento combinadas geram o vermelho. Quando se coloca 100% de ciano, magenta e amarelo numa mesma área, em teoria deveria obter-se o preto. Porém, devido às características das tintas utilizadas, consegue-se apenas um cinza médio. Por isso o CMYK ainda conta com um pigmento de reforço K, preto, para obtenção dessa cor real. O branco em CMYK é obtido pela não aplicação de pigmentos.
CIE-Lab
CIE Lab: O modelo de cores L*a*b é baseado no modelo proposto pela Commission Internationale d’Eclairage (CIE) em 1931 como um padrão internacional para medição de cores.
Cores L*a*b foram desenvolvidas para serem independentes de dispositivo, criando cores consistentes sem levar em consideração o dispositivo (como monitor, impressora, computador ou scanner) utilizado para a criação ou saída da imagem.
Uma cor L*a*b consiste em um componente de luminescência ou luminosidade (L) e dois componentes cromáticos: o componente a (de verde a vermelho) e o componente b (de azul a amarelo).
O que é o tom?

Tom é uma medida de claro e escuro, é o que caracteriza a “força” de uma cor. Enquanto os outros dois componentes da cor – matiz e intensidade – referem-se à natureza da luz reflectida pelo objecto, o tom define o quanto de luz chega realmente aos nossos olhos. Numa fotografia em branco e preto, por exemplo, não há cores, apenas tons, que vão do branco, passando por diferentes intensidades de cinzas, até ao preto. Apesar disso, tudo aparece com clareza, pois os tons retratam com precisão a quantidade de luz reflectida por cada objecto na fotografia.
Foco
Quando tiramos uma foto queremos que o nosso destaque, no geral, esteja nítido e visível. O foco pode ser manual ou automático.
Foco
Quando tiramos uma foto queremos que o nosso destaque, no geral, esteja nítido e visível. O foco pode ser manual ou automático.
Manualmente giramos o anel da sua lente. Nas lentes automáticas pressionamos o botão do obturador somente um pouco (meio-toque) e a câmera irá fazer o foco automaticamente.
Profundidade de Campo
Podemos definir a profundidade de campo como a gama de distâncias em torno do plano focal na qual há nitidez aceitável. A profundidade de campo depende dos tipos de câmaras, aberturas e distância, apesar de também ser influenciada pelo tamanho da impressão e pela distância de visualização da imagem. Suponhamos que estão 3 gnomos de jardim perto de você, alinhadas em fila com uma distância de dois metros entre cada um. Ao focar o gnomo do meio, dizemos que ele está no plano focal onde há nitidez.
O que está na parte da frente e o que está na parte de trás não vão estar nítidos, pois estão fora desse plano.
Exemplo:
A zona de foco/área de nitidez pode ser alterada consoante o nosso objectivo.
Como regular a profundidade de campo
Reflexão da Luz na fotografia
A reflexão da luz é feita no seguinte modo:
Filme fotográfico
Filme fotográfico ou película fotográfica, utilizado em fotografia, é constituído por uma base plástica, geralmente triacetato de celulose, flexível e transparente, sobre a qual é depositada uma emulsão fotográfica. Esta é formada por uma fina camada de gelatina que contém cristais de sais de prata sensíveis à luz que chega a ela através da lente da câmara.
Os sais de prata, quimicamente chamados de haletos ou halogenetos de prata, podem ser mais ou menos sensíveis à luz. Então, há filmes que exigem maior quantidade de luz para registar as imagens. Outros permitem o captação com menos luz. A essa propriedade dá-se o nome de sensibilidade.
Lentes ou Objectivas
A lente ou objectiva é uma das partes mais importantes da câmara fotográfica. É um dispositivo óptico composto por um conjunto de lentes, utilizado no processo de focalização ou ajuste do foco da cena a ser fotografada. A lente é responsável pela angulação do enquadramento e pela qualidade óptica da imagem.
As lentes das câmaras fotográficas podem ser divididas em 7 grupos que são caracterizados essencialmente pela distância focal de que são capazes. Esse número pode variar normalmente entre os 35mm e 200mm. A distância focal resulta da medida em milímetros entre o pano do filme e o ponto onde a imagem é invertida depois de entrar na câmara escura.
Diferentes tipos de lentes, entre as quais se denominam: Lente Micro, Macro,olho de peixe, grande angular, normal, teleobjectiva e lente zoom.
A fotografia actualmente (DIGITAL)
Designa-se por fotografia digital a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telemóvel, resultando num arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou em dispositivos de armazenamento digital. Dispensa, assim, o processo de revelação.
A visualização da imagem pode ser feita no acto, através dos recursos da câmara digital (normalmente, uma tela de LCD), e a manipulação da imagem pode ser feita num computador, usando-se softwares editores de imagem como o Photoshop, GIMP, entre outros.
http://fotografianalogica.blogspot.com/
http://www.bocc.ubi.pt/pag/oliveira-erivam-fotografia-analogica-fotografia-digital.pdf
http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog1.php/fotografia-analogica-ato-de-resistencia
http://www.colorfotos.com.br/digital_ana.htm
http://zcreations.com.br
http://www.all-things-photography.com/levels-and-curves.html
http://www.tecmundo.com.br/2481-o-que-e-espaco-de-cores-.htm
http://www.anasofia.net/pdf/linguagem_visual_grafica_03.pdf
http://olhandoacor.web.simplesnet.pt/a_luz_e_a_cor.htm
http://www.google.pt/imgres?q=escala+de+saturacion&um=1&hl=pt-PT&sa=N&biw=1600&bih=794&tbm=isch&tbnid=6z-txALEXHEZTM:&imgrefurl=http://carolinaquiceno.blogspot.com/2010/08/circulo-cromatico.html&docid=HdzkACU8pwl66M&w=400&h=222&ei=XGJ3TrqlEITEswbJnNSqCw&zoom=1
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Este módulo tiramos várias fotografias a preto e branco. O objectivo era perceber melhor as diferenças entre a fotografia analógica e a digital. Após termos em nossa posse todas as fotografias seleccionamos as melhores para que estas possam ser expostas na escola. Para que isso aconteça temos de criar um cartaz para divulgar a exposição.
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| Comecei por criar uma montagem |
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