sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


Aluno: Rute Costa
Escola: ESRP
Data: 09/12/2011

Let's change what we see!

Arte digital ou arte de computador é aquela que é produzida em ambiente gráfico computacional. Utilizam-se processos digitais e virtuais. Inclui experiências com net arte, web arte, vídeo-arte, etc. Tem o objetivo de dar vida virtual às coisas e mostrar que a arte não é feita só a mão. Existem diversas categorias de arte digital tais como pintura digital, gravura digital, programas de modelação 3D, edição de fotografias e imagens, animação, entre outros. Os resultados podem ser apreciados em impressões em papéis especiais ou no próprio ambiente gráfico computacional. Vários artistas usam estas técnicas. Ao contrário dos meios tradicionais, o trabalho é produzido por meios digitais. A apreciação da obra de arte pode ser feita nos ambientes digitais ou nos média tradicionais.









Para este módulo tinhamos de fazer maninupulação de imagens.
Fiquei bastante satisfeita ao saber que era este o tema do módulo 10 porque já à bastante tempo que faço trabalhos que envolvam arte digital, é algo em que me sinto muito à vontade.

Trabalhos experimentais

1º Trabalho


Para a primeira manipulação utilizei esta imagem

Dei-lhe efeitos



Coloquei-a na cidade dando a entender que a pessoa em causa era um heroi.

Por fim decidi alterar o efeito utilizado


2º Trabalho

No meu segundo trabalho criei um coração utilizando filtros e a opção Blending no photoshop


3º Trabalho



Nestes 4 trabalhos trabalhei apenas com Brushes. A imagem de fundo foi retirada da internet, assim como  as imagens utilizadas no exemplo 1,2 e 3.


Imagem de Fundo



4º Trabalho
Imagem original

Imagem editada

5º Trabalho


Para este trabalho fiz o download de uma imagem eps com várias palavras, que juntas formavam um rosto.
Depois apliquei alguns efeitos utilizando os filtros do photoshop, trabalhei contrastes e brilhos na imagem que escolhi, e este foi o resultado final.

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Trabalhos finais


Imagem utilizada


Imagem Final


Imagem Original



Imagem Final
Imagem Utilizada

Imagem Final
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Auto - Avaliação

Este módulo foi o módulo em que mais me empenhei, talvez porque arte digital seja algo que eu adore fazer. Considero que fiz trabalhos muito bons; que demoraram bastante tempo a concretizar. Isto leva a que me auto avalie com 20 valores.


Bibliografia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_digital
http://olhares.aeiou.pt/arte-digital/





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sexta-feira, 16 de setembro de 2011


UMA NOVA VISÃO     
                                                                                        
  • Quando surgiu a fotografia?
    Joseph Nicéphore Niepce foi o primeiro a ser chamado de “o criador da câmara” e a tirar a primeira fotografia, em 1926. Niépce começou a realizar os seus primeiros desenvolvimentos fotográficos em 1793, mas nunca alcançara sucesso porque as imagens desapareciam rapidamente. Porem em 1826 conseguiu finalmente alcançar o seu objectivo. 
    O primeiro exemplo de uma imagem permanente ainda existente, foi a imagem abaixo tirada do quintal de sua casa


  •     Inventores
Como ja referi anteriormente quem se destacou no desenvolvimento da fotografia foi Joseph Nicéphore Niepce, mas não foi apenas este que contribuiu para a sua evolução. Destacam-se também Louis Jacques Mandé Dagguerre e William Henry Fox Talbot .



Joseph Nicéphore Niepce


 Louis Jacques Mandé Dagguerre


William Henry Fox Talbot
  • Primeiros processos fotográficos
Inicialmente surgiu a fotografia a preto e branco e a de meio tom. Mais tarde surgiu a fotografia colorida e actualmente encontramo-nos na fotografia digital.

Fotografia a Preto e Branco


Fotografia a Meio Tom


Fotografia Colorida

1ª fotografia colorida

Formação da Imagem                                                                                     

A superfície do filme encontrasse coberta por cristais compostos de prata. Estes compostos quando expostos à luz escurecem e gravam uma imagem
  • Qualidade da imagem 
Grandes – densidade menor – imagem menos detalhada
Pequenos – densidade maior – imagem mais detalhada 
Diz-se que a imagem tem mais ou menos grão 
  • Qualidade da imagem 
Grandes – absorvem mais luz – filme mais sensível
Pequenos - absorvem menos luz – filme menos sensível


  • Qualidade da imagem 
 A sensibilidade do filme também se pode designar por velocidade
 Um filme mais sensível é mais rápido porque precisa de menos tempo para capturar a imagem
  • Cores 
Filme a preto e branco usa apenas uma camada de sais
Só precisa de captar tons de cinzento
Para captar cores são precisas 3 camadas sensíveis à luz
Uma para cada cor primária – vermelho, verde e azul.


                                                                                                                                    

  • A fotografia analógica também tem ao seu dispor vários tamanhos de filme
O mais comum é o de 35mm – vem dentro dos rolos que todos conhecemos
 APS
Formato médio, entre outros


  • Tamanho do filme
 O tamanho da película vai influenciar a qualidade da imagem
 Quanto maior for mais cristais de prata contém
 Melhor a sua resolução
 Isto significa que temos mais detalhe


  • Tamanho do filme
 Outra vantagem reside na possibilidade de fazer ampliações com maior qualidade
 Podemos “esticar” mais a imagem sem perder muita qualidade.


Fotografia Lomos                                                                   

     O termo lomografia é derivado da marca russa lomo, que fabricava câmeras analógicas simples e com lentes de plástico que traziam efeitos com cores vivas e de qualidade devido à seu mecanismo caracterizado por trabalhar com muita exposição de luz. Assim como a fotografia analógica em geral, a lomografia passou a ser uma espécie de relíquia entre os fotógrafos que gostam de se aventurar na expectativa de revelar um filme. 
      Câmaras lomo ainda existem e como são bem leves e pequenas, quem tem uma pode levá-la pra todos os cantos e fotografar na mais inesperada hora.

Exemplos de fotografias tiradas com câmaras analógicas




  



A Luminosidade na Fotografia                                                                     

      Actualmente através de programas de edição de imagem, como por exemplo o photoshop ou o Gimp (Freeware) podemos adicionar ou remover brilho das imagens através das curves; Brightness/contrast; levels; entre outros.





Exemplos de imagens editadas no photoshop através da utilização de alguns menus anteriormente referidos.








A Cor

     Só é possível ter uma boa fotografia e fazer a sua edição, se esta tiver boa luminosidade/contraste, assim como boa resolução, mas sobretudo devem conter cor.
     A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fotons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.

Ajuste da Matiz, Saturação e Brilho da Cor


Matiz Cor refletida de ou transmitida por meio de um objeto. É medida como um local no disco de cores padrão, expresso como um grau entre 0° e 360°. No uso comum, a matiz é identificada pelo nome da cor, como vermelho, laranja ou verde.

Saturação Intensidade ou pureza da cor (às vezes, denominada croma). A saturação representa a intensidade de cinza na proporção da matiz, medida como uma porcentagem de 0% (cinza) a 100% (totalmente saturado). No disco de cores padrão, a saturação aumenta do centro para a aresta.

Brilho A luminosidade ou escurecimento relativo da cor, geralmente medido como a porcentagem de 0% (preto) a 100% (branco).




Características das cores | Aspectos Psicológico





Existem cores frias e cores quentes.

As cores frias, são associadas à água, ao gelo, ao céu, e às arvores: violeta, azul e verde.
São aquelas que nos transmitem a sensação de frio.
As cores quentes, são associadas ao sol e ao fogo: amarelo, laranja e vermelho.
São aquelas que nos transmitem a sensação de calor.

RGB



O espaço de cor utilizado em todas as telas LCD (Liquid Crystal Display – mostrador de cristal líquido) ou de CRT (Catodic Ray Tube – tudo de raios catódicos) usados em monitores dos mais diversos tipos. Forma as suas cores a partir da adição de matizes em escalas de 0-255. Por exemplo, para que seu monitor crie uma cor vermelha, a placa de vídeo transfere a informação 255,0,0 para os pixels que devem ser vermelhos. Para o branco, a placa manda um sinal 255,255,255. Ao somar todas as cores primárias em seu valor máximo, o monitor atinge o branco. No outro extremo, para sintetizar o preto, o sinal recebido pelos pixels é 0,0,0.

CMYK



Principal espaço de cor para impressão. Dele derivaram-se outros modos, usando mais do que quatro pigmentos, porém por questões de custo estes ainda não são tão difundidos, mesmo tendo melhor qualidade de cor. A impressora jato de tinta mais simples e as grandes impressoras gráficas, todas criam suas cores a partir da subtração de matizes por cobertura.

Para se obter um vermelho vivo, por exemplo, é necessário cobrir o papel a ser impresso com 100% de densidade de magenta, e 100% de densidade de amarelo. Essas duas primárias-pigmento combinadas geram o vermelho. Quando se coloca 100% de ciano, magenta e amarelo numa mesma área, em teoria deveria obter-se o preto. Porém, devido às características das tintas utilizadas, consegue-se apenas um cinza médio. Por isso o CMYK ainda conta com um pigmento de reforço K, preto, para obtenção dessa cor real. O branco em CMYK é obtido pela não aplicação de pigmentos.

CIE-Lab



CIE Lab: O modelo de cores L*a*b é baseado no modelo proposto pela Commission Internationale d’Eclairage (CIE) em 1931 como um padrão internacional para medição de cores.
Cores L*a*b foram desenvolvidas para serem independentes de dispositivo, criando cores consistentes sem levar em consideração o dispositivo (como monitor, impressora, computador ou scanner) utilizado para a criação ou saída da imagem.
Uma cor L*a*b consiste em um componente de luminescência ou luminosidade (L) e dois componentes cromáticos: o componente a (de verde a vermelho) e o componente b (de azul a amarelo).

O que é o tom?


Tom é uma medida de claro e escuro, é o que caracteriza a “força” de uma cor. Enquanto os outros dois componentes da cor – matiz e intensidade – referem-se à natureza da luz reflectida pelo objecto, o tom define o quanto de luz chega realmente aos nossos olhos. Numa fotografia em branco e preto, por exemplo, não há cores, apenas tons, que vão do branco, passando por diferentes intensidades de cinzas, até ao preto. Apesar disso, tudo aparece com clareza, pois os tons retratam com precisão a quantidade de luz reflectida por cada objecto na fotografia.

Foco

     Quando tiramos uma foto queremos que o nosso destaque, no geral, esteja nítido e visível. O foco pode ser manual ou automático. 
     Manualmente giramos o anel da sua lente. Nas lentes automáticas pressionamos o botão do obturador somente um pouco (meio-toque) e a câmera irá fazer o foco automaticamente.

Profundidade de Campo


      Podemos definir a profundidade de campo como a gama de distâncias em torno do plano focal na qual há nitidez aceitável. A profundidade de campo depende dos tipos de câmaras, aberturas e distância, apesar de também ser influenciada pelo tamanho da impressão e pela distância de visualização da imagem. Suponhamos que estão 3 gnomos de jardim perto de você, alinhadas em fila com uma distância de dois metros entre cada um. Ao focar o gnomo do meio, dizemos que ele está no plano focal onde há nitidez. 
       O que está na parte da frente e o que está na parte de trás não vão estar nítidos, pois estão fora desse plano.


Exemplo: 



A zona de foco/área de nitidez pode ser alterada consoante o nosso objectivo.


Como regular a profundidade de campo

      A profundidade de campo depende da abertura do diafragma, um mecanismo da lente que regula a entrada de luz na câmera. A abertura do diafragma pode variar entre fechado ao máximo (correspondente ao maior "f-stop" da câmera) até aberto ao máximo (correspondente ao menor f-stop da câmera).





Reflexão da Luz na fotografia

A reflexão da luz é feita no seguinte modo: 




Filme fotográfico



     Filme fotográfico ou película fotográfica, utilizado em fotografia, é constituído por uma base plástica, geralmente triacetato de celulose, flexível e transparente, sobre a qual é depositada uma emulsão fotográfica. Esta é formada por uma fina camada de gelatina que contém cristais de sais de prata sensíveis à luz que chega a ela através da lente da câmara.
     Os sais de prata, quimicamente chamados de haletos ou halogenetos de prata, podem ser mais ou menos sensíveis à luz. Então, há filmes que exigem maior quantidade de luz para registar as imagens. Outros permitem o captação com menos luz. A essa propriedade dá-se o nome de sensibilidade.





Lentes ou Objectivas

A lente ou objectiva é uma das partes mais importantes da câmara fotográfica. É um dispositivo óptico composto por um conjunto de lentes, utilizado no processo de focalização ou ajuste do foco da cena a ser fotografada. A lente é responsável pela angulação do enquadramento e pela qualidade óptica da imagem.
As lentes das câmaras fotográficas podem ser divididas em 7 grupos que são caracterizados essencialmente pela distância focal de que são capazes. Esse número pode variar normalmente entre os 35mm e 200mm. A distância focal resulta da medida em milímetros entre o pano do filme e o ponto onde a imagem é invertida depois de entrar na câmara escura.


Diferentes tipos de lentes, entre as quais se denominam: Lente Micro, Macro,olho de peixe, grande angular, normal, teleobjectiva e lente zoom.


A fotografia actualmente (DIGITAL)


      Designa-se por fotografia digital a fotografia tirada com uma câmera digital ou determinados modelos de telemóvel, resultando num arquivo de computador que pode ser editado, impresso, enviado por e-mail ou armazenado em websites ou em dispositivos de armazenamento digital. Dispensa, assim, o processo de revelação. 
      A visualização da imagem pode ser feita no acto, através dos recursos da câmara digital (normalmente, uma tela de LCD), e a manipulação da imagem pode ser feita num computador, usando-se softwares editores de imagem como o Photoshop, GIMP, entre outros.

Maquina Digital
















Bibliografia



http://fotografianalogica.blogspot.com/
http://www.bocc.ubi.pt/pag/oliveira-erivam-fotografia-analogica-fotografia-digital.pdf
http://focusfoto.com.br/fotografia-digital/blog1.php/fotografia-analogica-ato-de-resistencia
http://www.colorfotos.com.br/digital_ana.htm
http://zcreations.com.br
http://www.all-things-photography.com/levels-and-curves.html
http://www.tecmundo.com.br/2481-o-que-e-espaco-de-cores-.htm
http://www.anasofia.net/pdf/linguagem_visual_grafica_03.pdf
http://olhandoacor.web.simplesnet.pt/a_luz_e_a_cor.htm
http://www.google.pt/imgres?q=escala+de+saturacion&um=1&hl=pt-PT&sa=N&biw=1600&bih=794&tbm=isch&tbnid=6z-txALEXHEZTM:&imgrefurl=http://carolinaquiceno.blogspot.com/2010/08/circulo-cromatico.html&docid=HdzkACU8pwl66M&w=400&h=222&ei=XGJ3TrqlEITEswbJnNSqCw&zoom=1




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Este módulo tiramos várias fotografias a preto e branco. O objectivo era perceber melhor as diferenças entre a fotografia analógica e a digital. Após termos em nossa posse todas as fotografias seleccionamos as melhores para que estas possam ser expostas na escola. Para que isso aconteça temos de criar um cartaz para divulgar a exposição.
Comecei por criar uma montagem


1º Cartaz


Este foi o 1º cartaz que fiz, mas achava que havia um grande choque de cores. Até porque se a fotografia era analógica e a preto e branco, não fazia grande sentido ter cor, o que a  meu ver estragava o objectivo principal do tema.



Este foi o meu segundo e ultimo trabalho. A pedido da professora Isabel Sofia para o cartaz tínhamos de criar um titulo criativo e nele tinham de constar os dados essenciais para que a exposição se pudesse realizar.

Auto Avalição

Este modulo auto avalio-me com 18 valores. Considero que fiz um bom trabalho tanto ao nível de pesquisa como na concepção do cartaz.



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Rute Costa

Frequento o curso de Design Gráfico na ESRP.Com este curso pretendo adquirir os conhecimentos suficientes para que possa ser bem sucedida nesta área. No final do 12º ano pretendo ingressar na Universidade.

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